
Este post atende a um chamado de blogagem coletiva do blog A vida como a vida quer. Não consegui, infelizmente trazer o selo do evento para cá . Mas basta clicar aqui para saber mais sobre o assunto e conferir os participantes.
Tento fazer o que está ao meu alcance para agir com responsabilidade em um mundo onde o verbo consumir vem ( bem) antes do verbo respirar. Estou me habituando a ter atitudes em relação ao lixo que muita gente já pratica há um tempão como jogar fora o lixo reciclável seco e limpo. Aprendi esta e passo adiante. O lixo sujo e úmido perde o valor para a reciclagem. De que adianta, separar o lixo sem tratá-lo?
Tento usar ecobags e reduzi o consumo daquelas miseráveis sacolinhas de supermercado que arrebentam antes de chegarmos em casa e demoram anos para desaparecerem do planeta. e já postei sobre isto aqui.
Tento consumir menos . Confesso que isso para mim é ( muito) difícil. Mas venho lutando. Sempre que me sinto tentada a comprar algo por impulso, faço um exercício mental e verifico se realmente preciso do ítem a consumir em questão .
Tento comer menos. Esta é uma parada duríssima. Consumir comida, depois que a cultira de massa de Tio Sam, aquele que quebrou por hipotecar sua casa para consumir mais e mais, baixou no Brasil, passou a ser algo tentador demais. A comida fast food, aquela gordurosa ao extremo é, também ao extremo, gostosa. Hoje mesmo esta que vos escreve está passando a frutas durante 24 horas por ter ido ontem a uma casa onde servem carnes ( não do Tio Sam , mas da terra dos cangurus) simplesmente maravilhosas. Mas, o mais incrível mesmo é o tamanho da minha ressaca gastronômica hoje. Eu comi bem: cebolas fritas, um steak que não tinha tamanho, um delicioso molho de pimenta, um chopp estupidamente congelado. Acontece que o jeito como me sinto hoje indica que, por melhor que tenha sido a comida, o tamanho da porção era exagerado demais. Ninguém deve comer assim, principalmente quando se divide o planeta com milhões de famintos.
Tento fazer minha parte mas , muitas vezes, escorrego no steak , como ontem. A questão levantada pela Sam deveria ser discutida por nós todos os dias. Produzir lixo que não possa ser reciclado, comprar roupas em quantidade superior ao que conseguimos usar, comer alimentos em quantidade que mal somos capazes de digerir. Estas ações fazem, junto com outras não citadas aqui, parte de um conjunto de sintomas de uma doença muito séria que virou epidemia em nosso tempo. A notícia boa é que a doença é curável. O que é preciso? Ação. E estamos , de fato , muito doentes.
* imagem portal uol
Tento fazer o que está ao meu alcance para agir com responsabilidade em um mundo onde o verbo consumir vem ( bem) antes do verbo respirar. Estou me habituando a ter atitudes em relação ao lixo que muita gente já pratica há um tempão como jogar fora o lixo reciclável seco e limpo. Aprendi esta e passo adiante. O lixo sujo e úmido perde o valor para a reciclagem. De que adianta, separar o lixo sem tratá-lo?
Tento usar ecobags e reduzi o consumo daquelas miseráveis sacolinhas de supermercado que arrebentam antes de chegarmos em casa e demoram anos para desaparecerem do planeta. e já postei sobre isto aqui.
Tento consumir menos . Confesso que isso para mim é ( muito) difícil. Mas venho lutando. Sempre que me sinto tentada a comprar algo por impulso, faço um exercício mental e verifico se realmente preciso do ítem a consumir em questão .
Tento comer menos. Esta é uma parada duríssima. Consumir comida, depois que a cultira de massa de Tio Sam, aquele que quebrou por hipotecar sua casa para consumir mais e mais, baixou no Brasil, passou a ser algo tentador demais. A comida fast food, aquela gordurosa ao extremo é, também ao extremo, gostosa. Hoje mesmo esta que vos escreve está passando a frutas durante 24 horas por ter ido ontem a uma casa onde servem carnes ( não do Tio Sam , mas da terra dos cangurus) simplesmente maravilhosas. Mas, o mais incrível mesmo é o tamanho da minha ressaca gastronômica hoje. Eu comi bem: cebolas fritas, um steak que não tinha tamanho, um delicioso molho de pimenta, um chopp estupidamente congelado. Acontece que o jeito como me sinto hoje indica que, por melhor que tenha sido a comida, o tamanho da porção era exagerado demais. Ninguém deve comer assim, principalmente quando se divide o planeta com milhões de famintos.
Tento fazer minha parte mas , muitas vezes, escorrego no steak , como ontem. A questão levantada pela Sam deveria ser discutida por nós todos os dias. Produzir lixo que não possa ser reciclado, comprar roupas em quantidade superior ao que conseguimos usar, comer alimentos em quantidade que mal somos capazes de digerir. Estas ações fazem, junto com outras não citadas aqui, parte de um conjunto de sintomas de uma doença muito séria que virou epidemia em nosso tempo. A notícia boa é que a doença é curável. O que é preciso? Ação. E estamos , de fato , muito doentes.
* imagem portal uol
















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9 fios puxados
Nós estamos doentes e estamos contaminando também nosso planeta.
Realmente se não pararmos pra pensar em tudo de errado que fazemos, não sei que futuro nossos filhos e netos terão.
Parabéns por ter a coragem de se mostrar assim minha amiga. Mostrar que está tentando, mas que de vez em quando escorrega no quiabo como todos nós!rs
Um grande beijo e belo post...adorei!
Ainda estou preparando o meu...rsrs
Olá amiga,
Tbm pertenço ao blogueiros yahoo grupos, em minha primeira visita aqui, gostei do que vi e li..muito interessante teu blog, voltarei outras vezes,ok!
Abraços e
ótima semana
Doentes mesmo! E nossa mente é meio que contaminda... é preciso mais consciencia e vontade para agir!
Beijos
É isso. Fazer a propria parte, por menor que possa parecer, é mesmo muito difícil. Eu também senti dificuldades para diminuir o consumo de inutilidades. Essa cultura de shopping à qual somos educados é desastrosa. Mas, aos poucos, a gente se livra disso.
Excelente seu texto, seja porque está muito bem escrito, seja porque possui sentido filosófico profundo, levando o leitor à reflexão.
Infelizmente eu não tomei conhecimento dessa blogagem coletiva. Mas ler seu texto já foi imensamente positivo.
Grande abraço!
Olá
Vanessa e dando os exemplos de não consumir o melhor caminho para que outras pessoas se conscientizem,parabéns pelo post.
Bjs
Ai ai ai
Olha, faz ate medo ler um post assim kkkk
Ando tao fofinha, acima do peso.
Beijinhos
Todos temos que contribuir Vanessa
Estas dando um belo exemplo.
Beijo
Oi Vanessa concordo com voce que estamos contaminados, doentes, mas acredito que ainda da tempo de fazermos algo. Nem que seja um pouco, mas com o pouco de cada um teremos o muito com todos.
Parabens pelo post, todas as vezes que eu estiver comendo mais do que necessito me lembrarei de voce, das suas palavras.
Um abraco
Já comentei seu post num texto meu, mas não deixo de pensar no quanto vc foi feliz ao lembrar que consumimos muito mais alimentos do que precisamos de fato. Gostei muito.
Obrigado por participar da blogagem coletiva. E feliz ano novo. :D
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